22 de AGOSTO - DIA DO EXCEPCIONAL
Várias tentativas têm sido feitas para melhor definir o termo "criança excepcional".
Alguns utilizam esse termo para se referirem a uma criança que possui uma inteligência ou um talento pouco comum.
No entanto, o termo tem sido geralmente empregado para designar tanto a criança deficiente quanto a talentosa.
Mas a definição melhor assimilada é a que afirma ser a criança excepcional toda aquela que difere da maioria das crianças.
As crianças excepcionais são com freqüência agrupadas para facilitar a comunicação entre os profissionais:
1. Desvios mentais: Crianças intelectualmente superiores ou intelectualmente inferiores;
2. Deficiências sensoriais: Crianças com deficiências auditivas e/ou deficiências visuais;
3. Desordens de comunicação: Crianças com distúrbio emocional e/ou desajustamento social;
4. Deficiências múltiplas e graves: Crianças com paralisia cerebral e retardamento mental,
surdez e cegueira, deficiências físicas e/ou intelectuais graves.
Todos os pais desejam ter filhos perfeitamente sadios. Quando isso não acontece, é normal que relutem em aceitar os fatos.
Contudo, esse primeiro impacto, deve ser superado o mais rápido possível, para o bem da criança.
Eles precisam encarar a criança portadora de deficiência com o coração aberto e de boa vontade, tomando decisões realistas para enfrentar as dificuldades, acima de tudo com muita aceitação e amor.
As necessidades sociais, educacionais e psicológicas da criança excepcional são praticamente idênticas às das outras crianças e, com exceção das deficiências mais graves, podem ser satisfeitas sem cuidados especiais. Por isso, é bom que a criança estude em colégios normais e que participe, conforme suas capacidades, das brincadeiras e atividades da escola, aprendendo assim a se relacionar socialmente, aceitando e convivendo com seus limites.
A integração e a inclusão escolar são imprescindíveis para o excepcional desenvolver seu potencial e exercer seus direitos de cidadão.
É evidente que a deficiência impõe cuidados e providências específicas, e que as necessidades psicológicas têm algumas particularidades. Isso, porém, não significa que a criança excepcional necessite ser poupada, superprotegida nem sufocada com excessivo amor e carinho.
Compensar as limitações dessa maneira, em geral, produz efeitos desastrosos na criança, que percebe sentimentos como piedade ou compaixão.
A principal tarefa dos pais, dos professores e de todos que se relacionam com as crianças excepcionais é evitar a segregação, seja de que tipo for. Infelizmente, a surpresa ou certo constrangimento, causado inicialmente consigam "enxergar" que estão diante de uma pessoa integral com necessidades, aspirações, qualidades e defeitos.
Resta, pois, que se construa uma sociedade verdadeiramente democrática, que possibilite a educação sem restrições, em obediência a Constituição Federal, que preceitua em seu artigo 3o, incisos I e IV:
"Construir uma sociedade livre, justa e solidária";
"Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação".
Alguns utilizam esse termo para se referirem a uma criança que possui uma inteligência ou um talento pouco comum.
No entanto, o termo tem sido geralmente empregado para designar tanto a criança deficiente quanto a talentosa.
Mas a definição melhor assimilada é a que afirma ser a criança excepcional toda aquela que difere da maioria das crianças.
As crianças excepcionais são com freqüência agrupadas para facilitar a comunicação entre os profissionais:
1. Desvios mentais: Crianças intelectualmente superiores ou intelectualmente inferiores;
2. Deficiências sensoriais: Crianças com deficiências auditivas e/ou deficiências visuais;
3. Desordens de comunicação: Crianças com distúrbio emocional e/ou desajustamento social;
4. Deficiências múltiplas e graves: Crianças com paralisia cerebral e retardamento mental,
surdez e cegueira, deficiências físicas e/ou intelectuais graves.
Todos os pais desejam ter filhos perfeitamente sadios. Quando isso não acontece, é normal que relutem em aceitar os fatos.
Contudo, esse primeiro impacto, deve ser superado o mais rápido possível, para o bem da criança.
Eles precisam encarar a criança portadora de deficiência com o coração aberto e de boa vontade, tomando decisões realistas para enfrentar as dificuldades, acima de tudo com muita aceitação e amor.
As necessidades sociais, educacionais e psicológicas da criança excepcional são praticamente idênticas às das outras crianças e, com exceção das deficiências mais graves, podem ser satisfeitas sem cuidados especiais. Por isso, é bom que a criança estude em colégios normais e que participe, conforme suas capacidades, das brincadeiras e atividades da escola, aprendendo assim a se relacionar socialmente, aceitando e convivendo com seus limites.
A integração e a inclusão escolar são imprescindíveis para o excepcional desenvolver seu potencial e exercer seus direitos de cidadão.
É evidente que a deficiência impõe cuidados e providências específicas, e que as necessidades psicológicas têm algumas particularidades. Isso, porém, não significa que a criança excepcional necessite ser poupada, superprotegida nem sufocada com excessivo amor e carinho.
Compensar as limitações dessa maneira, em geral, produz efeitos desastrosos na criança, que percebe sentimentos como piedade ou compaixão.
A principal tarefa dos pais, dos professores e de todos que se relacionam com as crianças excepcionais é evitar a segregação, seja de que tipo for. Infelizmente, a surpresa ou certo constrangimento, causado inicialmente consigam "enxergar" que estão diante de uma pessoa integral com necessidades, aspirações, qualidades e defeitos.
Resta, pois, que se construa uma sociedade verdadeiramente democrática, que possibilite a educação sem restrições, em obediência a Constituição Federal, que preceitua em seu artigo 3o, incisos I e IV:
"Construir uma sociedade livre, justa e solidária";
"Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação".
“Crianças são como borboletas ao vento….algumas voam rápido….algumas voam pausadamente, mas todas voam do seu melhor jeito….Cada uma é diferente, cada uma é linda e cada uma é especial.”
Parabéns aos alunos da APAE de Minduri, à Diretoria e Profissionais, que tem promovido com tanto carinho e dedicação a INCLUSÃO da pessoa com deficiência, nos eventos religiosos e sociais de nossa comunidade.
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