sexta-feira, 26 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Depois que a criança nasceu... (Jo 16,20-23a)
Resultado de imagem para (Jo 16,20-23a)        Estamos mergulhados no tempo. Nós somos atores em plena História. Por isso mesmo, uma perspectiva histórica é indispensável para bem avaliar nossa existência.

            As crianças – imaturas que são – ainda não possuem esta perspectiva. Se elas querem uma bala, agora, mesmo que faltem dez minutos para o almoço, é “agora” que elas querem a bala. Em vão os pais se esforçam por levar o pequeno a resignar-se a um tempo de espera, antes que o momento do doce seja mais conveniente.
            Bem, há imaturos também entre adultos... Muitos marmanjos consideram apenas as injunções do instante para tomar suas decisões, ainda que um segundo de ira ou dois minutos de prazer venham a comprometer todo o seu futuro.
            No Evangelho de hoje, Jesus faz o contraponto entre o momento presente, de pranto e lamento, e o futuro de alegria. Para tanto, ele se vale da imagem da parturiente: na hora do parto, todo o seu corpo se revolve na dor e na angústia; pouco depois, tendo já nos braços o recém-nascido, a alegria presente praticamente apaga a dor e a ansiedade do passado. A vida nova justifica tudo o que passou...
            A vida nova! É este o alvo do seguidor de Cristo! No momento atual, imerso no tempo tecido de encontros e desencontros, de promessas e traições, de suores e lágrimas, o cristão sofre. Esta é a nossa condição. Mas estamos em trabalhos de parto. Nós e o Cosmo!
O apóstolo Paulo se refere a esta realidade: “Sabemos que toda a criação, até o presente, está gemendo como que em dores de parto, e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nosso íntimo, esperando a condição filial, a redenção de nosso corpo. Pois é na esperança que fomos salvos”. (Rm 8,22)
            Diferente do pagão, para quem nada existe após a morte, o cristão sabe que as realidades deste século (imagem do tempo!) são provisórias, parciais, mesmo que nos forneçam o material para a construção do novo Reino. Esta percepção do efêmero, da transitoriedade deste mundo, permite ao cristão estender os olhos além da morte e esperar – contra toda esperança – pela alegria definitiva. “E ninguém poderá tirar a vossa alegria.” (Jo 16,22b)
Orai sem cessar: “Se de tarde vem o pranto, de manhã vem a alegria!” (Sl 30,6)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Vossa tristeza se mudará em alegria... (Jo 16,16-20)
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            Deste mundo para o outro mundo, realiza-se uma inversão de sinais. Os valores deste mundo nada valem no Reino de Deus: ouro, prata, ações da Bolsa de Valores – tudo vira pó. Glória, fama, poder – nada disso abre as portas do Paraíso. Prazeres, sucesso, impérios econômicos: a eternidade ri dessas efêmeras construções. Só o Amor vai perdurar...

            Por isso mesmo, os pobres são bem-aventurados, diz Jesus. Os que choram serão consolados. Os tristes se alegrarão. Isto pode ser difícil de entender, como foi para aquele menininho que reclamou da mãe: “Como é ruim ser bom!” E temos de ser compreensivos com essa criança: ser bom pode parecer ruim... Não se vingar. Não dar o troco. Não aproveitar oportunidades de enriquecer por vias escusas. Não explorar o próximo. Não usar as pessoas conforme nossas conveniências. É ruim, hein?
            Partilhar em vez de acumular. Perdoar em vez de condenar. Comer menos para que os outros não passem fome. Economizar água para que ela chegue também aos pobres no alto da favela. Juntar nossa voz à voz dos que não sabem falar, ainda que nossos interesses pessoais não estejam em jogo. É de chorar! Sim, é de chorar, mas é chorando agora que nos alegraremos depois, quando chegar a hora de mergulhar no eterno.
            Ainda que Jesus tenha dito aquela frase como referência direta à Paixão e à Ressurreição – os discípulos chorariam com sua morte, mas haviam de se alegrar quando o Senhor ressuscitasse! -, ela se aplica com perfeição ao conjunto da existência humana. Por ora, nesta “passagem” pelo tempo, a vida cristã em um mundo pagão pode ser ocasião de renúncias, sofrimentos e perseguições. Mas, passado o “parto” (cf. Jo 16,21), isto é, quando nascermos para a vida eterna, veremos que o sacrifício valeu a pena, pois nos abriu para uma vida que a morte já não pode tocar...
            Hoje, o mundo gargalha, dança e ri. Amanhã, choro e ranger de dentes (Mt 25,30b). Hoje, pode ser que a fidelidade a Deus nos deixe “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”, mas a aurora do novo dia nos encontrará imersos na alegria eterna do Cordeiro, vencedor da morte e do pecado.
            Estou dançando conforme a música do mundo pagão? Ou procuro ser fiel a Deus, respondendo com amor ao seu Amor infinito?
Orai sem cessar: “Quem semeia entre lágrimas, colherá com alegria.” (Sl 126,5)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Ele vos conduzirá à Verdade plena... (Jo 16,12-15)
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            Lembram-se de Pilatos? Ele fez a Jesus uma pergunta que seria de vital importância para sua história pessoal, mas não esperou pela resposta: “Quid est veritas?” “O que é a verdade?” (Jo 18,38.) Tal como Pilatos - o que lavou as mãos no sangue de Cristo - muita gente deste século não crê mais em uma Verdade absoluta. Relativizam tudo: “Cada um tem a sua verdade. Você tem a sua. Eu tenho a minha”.
            A Igreja, porém, insiste na responsabilidade objetiva do indivíduo sobre o aspecto moral de suas escolhas: não há gesto neutro, nossas escolhas podem ser boas ou más. E mais: deve haver coerência entre a fé que professamos e a vida que vivemos. Na Encíclica “O Esplendor da Verdade”, o Papa João Paulo II anotava: “Os primeiros cristãos, provindos quer do povo judaico quer dos gentios, diferenciavam-se dos pagãos não somente pela sua fé e pela liturgia, mas também pelo testemunho da própria conduta moral, inspirada na Nova Lei. De fato, a Igreja é, ao mesmo tempo, comunhão de fé e de vida; a sua norma é a ‘a fé que atua pela caridade’ (Gl 5,6).” [Veritatis Splendor, 26.]
            Iluminada pelo Espírito Santo, a Igreja permanece fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo e, por isso mesmo, ousa bater de frente contra as modas e a filosofia de um mundo neopagão, que faz do homem matéria-prima e mercadoria de consumo, a ponto de adotar como ideal uma cultura de morte, onde o aborto legal, a eutanásia e a contracepção são financiados pelo próprio Estado.
            Aqueles que pregam a necessidade de a Igreja “se modernizar”, ignoram que ela é portadora de uma verdade revelada por Deus acerca do homem e acerca do próprio Deus. E exatamente por saber que o Deus Criador é Pai e nós somos seus filhos (não meros macacos evoluídos!), a Igreja continuará lutando a favor da vida, da liberdade e da dignidade do homem.
            Tenho procurado “viver no Espírito”? Invoco o Espírito Santo no início de cada dia, ao começar cada tarefa? Conto com a luz divina para educar os filhos, aconselhar os alunos, fazer minhas escolhas pessoais e familiares?
Orai sem cessar: “Enviai o vosso Espírito e renovareis a face da terra!”
(Sl 104,30)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança. 

terça-feira, 23 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Vós também dareis testemunho... (Jo 15,26 - 16,4a)
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            No texto grego de São João, o verbo habitualmente traduzido por “dar testemunho” é um derivado do substantivo “mártir”. Precisamos ter em mente que o verdadeiro e cabal testemunho cristão é exatamente o “martírio”. Não há como duvidar do testemunho existencial de um Estêvão (At 7), que aceita ser sumariamente lapidado, isto é, apedrejado, mas insiste em afirmar que Jesus Cristo, o condenado à cruz, ressuscitou dos mortos e está vivo à direita de Deus Pai.

            Nos primeiros tempos da Igreja, pagava-se com a vida pelo testemunho da fé cristã. Foi assim com o apóstolo Tiago (cf. At 12,2), irmão de João. Em Roma, onde Pedro foi crucificado, ainda se conservam as ruínas do Coliseu, em cuja arena milhares de cristãos enfrentaram as feras ou a espada do carrasco. Nos campos de concentração nazistas e nos gulags soviéticos, milhões de pessoas (judeus e cristãos) foram mortas pelo ódio a Deus e à Igreja. Em pleno Séc. XXI, em países de lei islâmica, como o Sudão, esses martírios continuam a ocorrer.
            Mas há outras formas de dar testemunho que podem constituir autêntico martírio. Ser alvo de zombarias no emprego, ouvir críticas na própria família, enfrentar a “pregação” demolidora e o sarcasmo de professores ateus e anticlericais – tudo isto agride a fé dos cristãos e exige deles um sofrimento que se soma à dor da incontável legião dos que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro (Cf. Ap 7,13-14).
            Segundo nos garante Jesus, em todas estas circunstâncias, nós temos a assistência fiel e permanente do Espírito Santo, que jamais nos deixará sozinhos em nosso permanente combate. Excluídos pelo sistema, perseguidos pelos poderosos, preteridos em favor daqueles que fazem o jogo da sociedade pagã de produção e consumo, nós seremos premiados com a bem-aventurança de Jesus: “Bem-aventurados sois, quando, por minha causa, vos injuriarem e perseguirem e disserem, falsamente, contra vós toda espécie de mal”. (Mt 5,11.) Isto é ser como o Mestre...
            Quanto a mim, dou um testemunho visível de Jesus Cristo nos ambientes onde eu vivo? Ou o medo e a vergonha ainda mantêm atadas minhas mãos e minha boca?

Orai sem cessar: “O Senhor é minha luz e salvação, a quem temerei?” (Sl 27)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

domingo, 21 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Esse me ama... (Jo 14,15-21)
Resultado de imagem para (Jo 14,15-21)           Será que amamos a Deus? Será que correspondemos ao seu amor sem medidas? Neste Evangelho, Jesus nos fornece o critério para avaliar se amamos a Deus: a nossa obediência.

            O mundo pagão talvez estranhe esta relação direta entre amor e obediência. Já o cristão, depois do exemplo do próprio Senhor Jesus, há de acha-la natural. Em sua agonia, antevendo a dura provação que esperava por ele, Jesus dizia em oração: “Pai, se é possível, afasta de mim este cálice... mas não se faça a minha vontade, e sim a tua”.
            Esta entrega incondicional este abandono do próprio ser eleva a altitudes impensadas o amor que se traduz em obediência. A Carta aos Hebreus realçou este movimento amoroso do Filho, a quem o Pai havia proposto assumir um corpo, uma natureza humana, para dizer-lhe o “sim” que os humanos não tinham conseguido pronunciar. E o Filho responde: “Então, eu disse: ‘Eis-me aqui, ó Pai, para fazer a tua vontade!’” (Hb 10,9)
            Também o apóstolo João identificou a obediência como o sinal de que amamos a Deus: “Quem diz: ‘Eu conheço a Deus’, mas não observa os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. Naquele, porém, que guarda a sua palavra, o amor de Deus é plenamente realizado. Com isso sabemos que estamos em Deus.” (1Jo 2,4-5)
            Em nossa natureza humana, que ainda conserva as sequelas da queda original, permanecem vivas inclinações e pulsões que são adversárias da vontade de Deus. O “homem natural”, que ainda não se abriu ao sopro do Espírito, irá recalcitrar contra os mandamentos do amor. Em seu íntimo, combatem o amor por si mesmo e o amor a Deus, com os reflexos de amor ao próximo.
            Ao contrário, quando a pessoa humana se abre ao Espírito de Amor, torna-se capaz de superar as inclinações naturais. É assim que Francisco de Assis abre mãos das riquezas, Inácio de Loyola rejeita as glórias mundanas, Teresa de Calcutá troca o colégio chique pelos mendigos do lixão. No fundo, uma questão de amor...
            O próprio Jesus havia alertado a seus discípulos: “Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração”. (Mt 6,21)

Orai sem cessar: “Serviremos ao Senhor e obedeceremos à sua voz!”(Js 24,24)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

sábado, 20 de maio de 2017

PALAVRA DE VIDA

 Vou para Aquele que me enviou... (Jo 16,5-11)
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            É a despedida da Última Ceia. Jesus anuncia que, chegando ao fim de sua missão terrena, está prestes a voltar para o Pai. Chega ao fim aquele período histórico em que sua presença física podia ser compartilhada pelos discípulos. Durante cerca de três anos, viveram a experiência narrada por São João: “nossos olhos viram, nossos ouvidos ouviram e nossas mãos têm como que apalpado...” (1Jo 1,2.) Agora, porém, é o adeus...

            Para os consolar, o Mestre acena-lhes com a promessa do Espírito Santo, a quem chama de Paráclito ou Consolador. Mas a tristeza invade os corações dos discípulos. Apegados à pessoa de Jesus, não conseguem alegrar-se com a volta do seu Senhor para o Pai, tampouco com o dom do Espírito.
            O que nos deveria impressionar, acima de tudo, é a consciência clara que Jesus manifesta acerca de sua filiação divina e a sua certeza de que, apesar da iminência da paixão e da cruz, não será abandonado pelo Pai. É igualmente clara a convicção de que lhe foi dada uma missão: sente-se o Enviado do Pai.
Esta ligação ou relação entre Jesus e seu Pai costuma ficar diluída em nossas pregações. Mesmo ao admirar Jesus como mestre da Palavra, dono de superpoderes (a ponto de dominar os elementos e curar as enfermidades!) ou profeta que arrasta multidões, nem sempre mantemos viva diante de nossos olhos a percepção de que o Pai age em Jesus. Por Jesus. Com Jesus.
            Mas Jesus sabe disso: nada faz sem o Pai (Jo 14,31). Ora ao Pai antes de escolher seus discípulos (Lc 6,12-16). Dá graças ao Pai pela alegria das experiências missionárias dos apóstolos (Lc 10,21). Agradece antecipadamente ao Pai para, a seguir, chamar Lázaro para fora do túmulo (Jo 11,41-42). Abandona-se ao Pai na hora de sua angústia (Lc 22,42). E é dessa maneira que ele nos dá o modelo de vida cristã: uma existência que se desenrola sob os olhos amorosos de Deus, na estatura de filhos que tudo lhe devem e, por isso mesmo, vivem em permanente ação de graças.
            Tenhamos, ainda, em conta este fato: em todas as suas orações registradas nos Evangelhos – com exceção do Salmo recitado na cruz (Mc 15,34) – Jesus sempre se dirige a Deus como o seu Abbá, termo da linguagem infantil com que uma criança de colo se dirige ao papai.
            Enfim, o cristianismo não se reduz a uma doutrina ou tábua de valores morais. O cristianismo é, acima de tudo, uma filiação...
Orai sem cessar: “Abbá, ó Pai!” (Mc 14,36)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

PALAVRA DE VIDA

 O mundo vos odeia... (Jo 15,18-21)
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            Aqui e ali, encontro cristãos que se lamentam porque seu testemunho cristão prejudicou sua carreira profissional. Como não eram da “panelinha” que se reunia para farras e bebedeiras, não topavam negociatas, insistiam em valorizar a ética, acabaram “na geladeira”. Conheço um engenheiro que foi demitido por ter pregado um crucifixo na parede de sua sala.

            Aqui e ali, encontro jovens simpáticas que se lamentam porque suas colegas mais espevitadas logo arranjaram um namorado, enquanto sua atitude recatada e a recusa a certo tipo de relacionamento afastou eventuais candidatos. E suspiram: “Está difícil arranjar um namorado que não aponte para o motel logo no primeiro encontro...”
            Aqui e ali, encontro jovens universitários ressentidos com seus professores, que se aproveitam de toda oportunidade para zombar de sua fé, denegrir a história da Igreja e abrir um “zoom” sobre os deslizes dos sacerdotes. Não poucos desses jovens acabam por se afastar da Igreja.
            Ora, meus queridos amigos, que é que vocês esperavam da parte de um mundo neopagão, que lucra com a miséria alheia e incensa nulidades, desde que sejam do seu grupo ideológico?! Que esperavam de um mundo anticrístico, que manifesta o mais deslavado ódio por Deus e por seus servos? Aplauso? Condecorações? Diplomas de honra ao mérito?
            Grande infantilidade ficar surpreso ou chateado com tais manifestações! Jesus alertara os membros do seu primeiro grupo: “Se o mundo vos odeia, ficai sabendo que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu. Mas porque não sois do mundo e porque eu, ao contrário, do mundo vos escolhi, é que o mundo vos odeia.” (Jo 15,18-19.)
            É a mesma infantilidade dos cristãos que reclamam da TV: “É um absurdo! Só violência! Só pornografia!” E eu pergunto: “Por que você não desliga a TV? Afinal, quem programa a TV? Pagãos. Quem patrocina? Pagãos. Quem desempenha os papéis? Pagãos. Ora, vamos esperar decência, respeito e amor à vida da parte daqueles que não conhecem a Deus?”
            Aliás, o cristão que já ouviu o chamado de Deus para cuidar dos irmãos, provavelmente não terá tempo a perder diante da telinha corruptora. Estará tão ocupado em cuidar do próximo, que a TV seria imperdoável perda de tempo...
            Quando veremos na rejeição do mundo um sinal da escolha de Deus?
Orai sem cessar: “O Senhor está a meu favor, nada temo!” (Sl 118,6)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.