Escrevi estas linhas sob o impacto
do assassinato de Irmão Roger Schütz, fundador da Comunidade de Taizé. Um
bem-aventurado? Sim. Pobre e puro de coração? Sim. Manso e pacificador? Sim.
Misericordioso? Sem dúvida. Dedicou toda a sua vida a tecer pontes entre as
Igrejas, semeando a paz e a concórdia. No entanto, para que fosse ainda mais
visível a sua “bem-aventurança”, acabou assassinado por uma mulher
desequilibrada, em plena reunião de oração.

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